sexta-feira, 16 de janeiro de 2009

Da esterilidade do “apostolado” da CNBB

É com forçoso pesar que temos o dever de anunciar que a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil é uma apostasia da fé. A prova contumaz desta apostasia esta nos textos dos próprios Bispos. Neles nota-se uma única e notável preocupação temporal, notadamente de tendências marxistas, ainda que forma heterodoxa. Resulta desta idolatria socialista um enorme vazio espiritual que se manifesta exatamente pelas mais variadas formas de corrupção na sociedade brasileira.

Não é preciso muito trabalho para constatar que colocando-se Karl Marx ou qualquer outro filósofo ou idealista no lugar de Cristo e a modernidade no lugar da eternidade a Igreja deixa de ser fecunda. É com constrangimento e lástima que se verifica que hoje a esmagadora maioria dos católicos não praticam a doutrina católica, que é eterna, mas praticam doutrinas modernas que são perecíveis. Desta forma, não é de se estranhar o incessante e vicioso pedido por honestidade e integridade na política. Pois se existem católicos na política, nenhum deles é exemplo de integridade, sendo este um sinal de que a atividade da CNBB é um fracasso. Porque ela não ensina a doutrina católica, mas antes faz dialética da corrupção como médico que usa doença como se fosse remédio. Nosso Senhor ensinou que nada se pode fazer sem Ele, logo o apostolado da CNBB é estéril e não gera católicos, mas é fértil na geração de homens mundanos. Se fosse luz, clamaria por luz?

Com efeito, a CNBB não consegue instruir sequer um católico para ser sal e luz no meio das trevas e pior ainda é a sua capacidade para a conversão e a evangelização dos homens e mulheres do Brasil! Suas relações escusas com o partido que mais produziu escândalos de corrupção na história do país e o seu adultério com a Teologia da Libertação são os maiores propagadores de heresias a ser combatidas. A CNBB, é lamentável, constitui-se em uma entidade sem lei e sem graça. Tudo é só política na CNBB!

A Igreja sempre ofertou honestidade e integridade através de seus filhos, ela nunca pediu isto a todos, porque nem todos vivem o julgo leve e o fardo suave de Cristo. Quando se passa a pedir isto é um sinal de que não se está em sintonia com a Santíssima Trindade. Não se cuida de dizer inexistentes os pecados entre os filhos da Igreja, mas sim de saber que na CNBB não existem e não se produzem exemplos a ser seguidos. Portanto, se ela já não produz luzeiros entre as trevas, algo está errado e necessita ser corrigido. Porém no que diz respeito a CNBB, é muitíssimo difícil imaginar uma reorientação ao sagrado. Com efeito, o próprio fato de se existir uma CNBB é algo que afronta a própria doutrina da Igreja. O nível de corrupção a que chegou esta entidade é tão profundo que eles são até capazes das mais descabidas e não fundamentadas desobediências ao Papa. 

Na desobediência ao Papa, merece principal destaque o Motu Próprio Summorum Pontificum e a orientação para a correção da forma da consagração do vinho. No primeiro caso, a maioria dos Bispos desta entidade impediu ou aplicou parcialmente o Motu Próprio. Já no caso da fórmula da consagração, venceu em outubro último o prazo para a correção e até o presente momento nada foi feito. Haverá testemunho maior de infidelidade do que a contemplação da hermenêutica da descontinuidade promovida por esta entidade?

Tudo isto faz lembrar que o maçon republicano Rui Barbosa disse com ares de profecia que um dia o homem sentiria vergonha de ser honesto. Em uma versão católica, aqueles que não conhecem a verdadeira tradição da Santa Igreja, pela atividade da CNBB, certamente sofrem um forte ímpeto de reformular tal sentença que por eles muitas vezes acaba se dizendo:

“De tanto ver triunfar as heresias, de tanto ver prosperar o erro, de tanto ver crescer a apostasia, de tanto ver agigantarem-se os poderes nas mãos dos maus, chego a desanimar da obediência e da fé; a ter vergonha de ser católico." Não é difícil saber porque as seitas proliferam tanto no Brasil!

O apoio e o serviço ao mundo, a desobediência ao Papa e o descumprimento das leis de Deus, não qualificam a CNBB como obra verdadeiramente católica. Quando se apóia grupos como o MST, despreza-se a lei de DEUS que nos manda não cobiçar as coisas alheias.

Agrademos a DEUS por haver permitido o apostolado de Dom Lefebvre e Dom Mayer. Depois do Concílio Vaticano II, apenas estes dois Bispos e mais poucos outros defenderam a fé. Onde se tem dialética, não é possível haver defesa, pois não existe mais fé, não existem mais lobos, porcos ou cães, mas somente o homem orgulhoso idolatrado por este clero modernista que destrói a religião e a crença em Deus. Através de um sentimentalismo romântico barato e de uma negação da racionalidade testemunham os rebeldes que a verdade de Cristo não mais liberta.

Nosso Senhor se compadeça de nós e nos envie Bispos que se preocupem com as nossas almas e nos guiem pelo caminho da fé.  Já passou da hora da Igreja no Brasil deixar de ser Igreja da CNBB e voltar a ser Igreja Católica. O modelo nascido do exemplo apóstata de Dom Hélder foi o responsável por toda corrupção eclesiástica em nosso país e pela pífia frutificação de autênticos católicos.

Frederico de Castro

Gederson Falcometa Zagnoli Pinheiro de Faria

Nenhum comentário: