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domingo, 8 de junho de 2008

Eclesiologia modernista

Por Gederson Falcometa Zagnoli Pinheiro de Faria



O modernista Alfred Loisy


Há Eclesiologia Modernista é um reflexo direto da Cristologia de Loisy condenada no Decreto Lamentabili Sine Exitu. Os modernistas a partir de sua Cristologia distinguem uma Igreja da Fé e uma Igreja Histórica. Para eles a Igreja da Fé, é o corpo do Cristo da Fé que supostamente teria sido inventado pelas comunidades cristãs. Já a Igreja Histórica, seria o corpo do Jesus Histórico que com certeza é uma invenção do homem moderno.


Evidentemente a Igreja da Fé, é a Igreja do dogma, das anatematizações, das condenações e das excomunhões. Trata-se da Igreja que tem a posse da verdade, a Igreja militante que salva é a Igreja do dogma:


"Extra Ecclesia Nulla Sallus"


Já a Igreja Histórica, seria a Igreja da Pastoral, que diáloga com tudo e com todos, não anatematiza, não condena e não excomunga, porque não se acredita de posse da verdade. Coloca se em irmandade com as demais denominações cristãs e com as outras religiões na busca da verdade, é a Igreja Ecumênica. É a Igreja "Gaudium et Spes".


São Pio X, na Carta Encíclica Pascendi Dominici Gregis*, apresenta muito bem a Cristologia de Loisy. Aplicada a Igreja, as palavras de São Pio X, seriam:


'Na instituição Igreja, dizem [os modernistas], a ciência e a história não acham mais do que uma instituição humana. Portanto, em virtude do primeiro cânon deduzido do agnosticismo, da história desta instituição se deve riscar tudo o que sabe de divino. Ainda mais, por força do segundo cânon, a instituição histórica da Igreja foi transfigurada pela fé; logo, convém despojá-la de tudo o que a eleva acima das condições históricas. Finalmente, a mesma foi desfigurada pela fé, em virtude do terceiro cânon; logo, se devem remover dela as falas, as ações, tudo enfim que não corresponde ao seu caráter, condição e educação, lugar e tempo em que viveu'


O Concílio Vaticano II removeu as falas, as ações, tudo enfim que não corresponde ao caráter, condição e educação, lugar e tempo da Igreja na modernidade. Exatamente por esta visão, o então Cardeal Ratzinger, respondeu a Dom Marcel Lefebvre que não estamos mais nos tempos da Quanta Cura. Na mentalidade do Cardeal a Igreja já não estava acima das condições históricas. Deste modo, deveria adequar-se ao seu tempo, a sua história, por se tratar de uma instituição humana como todas as outras instituições humanas.


A Igreja que temos hoje, nada mais do que a Igreja Histórica. Uma Igreja que não convence nada e nem ninguém do pecado, da justiça e do juízo, porque prega a dignidade da pessoa humana e se faz amiga do mundo. Ora, nosso Senhor Jesus Cristo disse que o mundo não pode conhecer o Espírito Santo. Então nem mesmo o Concílio Vaticano II, o Papa e o Magistério tem autoridade para contradizê-lo e colocar a Igreja que não lhes pertence a serviço do mundo e da humanidade. Há não ser que se tornem apostátas...


Pelo que já li sobre a Nova Teologia, ela tem outra trindade, que é o mundo, a matéria e a evolução. Deste modo, explica-se porque céu e inferno sumiram da pregação da Igreja pós-conciar, reaparecendo em documentos oficiais mais recentemente na Carta Encíclica de Bento XVI, Spes Salvi. Para os adoradores desta trindade atéia, o paraíso é aqui mesmo e o reino de DEUS é o reino do homem que se fez e que se faz DEUS. É uma ateologia e não uma teologia propriamente dita. São Paulo, disse que seria necessário vir a grande apostasia, será que ela já não veio?


* 'Na pessoa de Cristo, dizem [os modernistas], a ciência e a história não acham mais do que um homem. Portanto, em virtude do primeiro cânon deduzido do agnosticismo, da história dessa pessoa se deve riscar tudo o que sabe de divino. Ainda mais, por força do segundo cânon, a pessoa histórica de Jesus Cristo foi transfigurado pela fé; logo, convém despojá-la de tudo o que a eleva acima das condições históricas. Finalmente, a mesma foi desfigurada pela fé, em virtude do terceiro cânon; logo, se devem remover dela as falas, as ações, tudo enfim que não corresponde ao seu caráter, condição e educação, lugar e tempo em que viveu' (Pio X, Encíclica Pascendi, 1907, Denzinger, 2.076).

Comentário ao artigo Tradição e Tradicionalistas do Pe Françoa

Li o artigo do Pe Françoa, "Tradição e "tradicionalistas"", chamou me a atenção os esforços do autor a tentativa de demonizar Dom Marcel Lefebvre e o movimento tradicionalista. E principalmente a tentativa de impugnar a concepção tradicionalista de Tradição.

No primeiro caso, não falta material para impugnar a falsa acusação de cisma contra Dom Marcel Lefebvre. É mais do que suficiente, citar as palavras do Presidente da Comissão Ecclesia Dei, Cardeal Castrillon Hoyos, a maior autoridade sobre o assunto Tradicionalistas dentro da Igreja. Em entrevista a revista Una Voce, ele diz:

"Non siamo di fronte ad una eresia. Non si può dire in termini corretti, esatti, precisi che ci sia uno scisma. C'è una attitudine scismatica nel consacrare vescovi senza il mandato pontificio. Loro sono dentro la Chiesa, solo che manca una piena, una più perfetta - come è stato detto nell'incontro con monsignor Fellay - una più piena comunione, perchè c'è la comunione".

Não se pode dizer em termos corretos, exatos, precisos, que no que eles fizeram haja um cisma. Há uma atitude cismática no consagrar Bispos sem o mandato pontifício. Eles estão dentro da Igreja, falta apenas uma plena, uma mais perfeita—como foi dito no encontro com Dom Fellay—uma mais plena comunhão, porque comunhão existe”

Una voce - Entrevista com o Cardeal Castríllon Hoyos "non si puó dire che ci sia uno scisma"http://www.unavoce-ve.it/11-05-93.htm

É o Cardeal Hoyos quem diz que "não há cisma" e "Eles estão dentro da Igreja, falta apenas uma plena, uma mais perfeita comunhão". Portanto, tudo o que o Pe Françoa, escreveu em relação a cisma, "tradicionalistas que se afastaram da comunhão Católica e a ela não voltaram ou àqueles que, ainda que se dizem em comunhão com a Igreja, combatem-na" não possuí na própia Comissão Ecclesia Dei nenhum sentido e absolutamente nada de verdade. Uma atitude cismática, não é cisma!

Passemos agora a noção de tradição que ele apresenta no artigo. Segundo ele, os tradicionalistas, não fazem distinção entre "Tradição Apostólica" (experiência) e "tradições teológicas, disciplinares, litúrgicas ou devocionais" (formulação intelectual ). O Pe Françoa ao fazer isto, apenas repete a noção modernista de tradição, infundida pelo Concílio na Igreja, já em seu discurso de abertura, conforme-se lê:

“Uma coisa é a substância do “depositum fidei”, isto é, as verdades contidas na nossa doutrina, e outra é a formulação com que são enunciadas, conservando-lhes, contudo, o mesmo sentido e o mesmo alcance.” Discurso de abertura do Concílio Vaticano II – Papa João XXIII

Justamente esta noção, é condenada por São Pio X, na Encílica Pascendi Dominici Gregis, como pode se ler:

“Há ainda outra face, além da que já vimos, nesta doutrina da experiência, de todo contrária à verdade católica. Pois, ela se estende e se aplica à tradição que a Igreja tem sustentado até hoje, e a destrói. E com efeito, os modernistas concebem a tradição como uma comunicação da experiência original, feita a outrem pela pregação, mediante a fórmula intelectual." Pascendi Dominici Gregis - São Pio X

A distinção entre experiência e formulação intelectual, analogamete, equivaleria a vestir as imagens dos Santos e de Nosso Senhor Jesus Cristo, com terno e gravata. É a formulação intelectual quem gera a experiência, não conservando-se a mesma podera a Igreja gerar a experiência tradicional católica em seus fiéis? E como se não bastasse, ele, ainda apresenta o critério modernista da temporalidade, afetada pelo tempo que dura, como se lê na própia Pascendi:

"Por isto a esta fórmula, além do valor representativo, atribuem certa eficácia de sugestão, tanto naquele que crê, para despertar o sentimento religioso quiçá entorpecido, e restaurar a experiência de há muito adquirida, como naqueles que ainda não crêem, para despertar neles, pela primeira vez, o sentimento religioso e produzir a experiência. Por esta maneira a experiência religiosa abundantemente se propaga entre os povos: não só entre os existentes, pela pregação, mas também entre os vindouros, quer pelo livro, quer pela transmissão oral de uns a outros. Esta comunicação da experiência às vezes lança raízes e vinga; outras vezes se esteriliza logo e morre. O viver para os modernistas é prova de verdade; e a razão disto é que verdade e vida para eles são uma e a mesma coisa. E daqui, mais uma vez, se infere que todas as religiões existentes são verdadeiras, do contrário já não existiriam. " Pascendi Dominici Gregis

O modernismo "a síntese de todas as heresias" nos tempos de São Pio X, estava "nas veias e nas entranhas da Igreja." No período do Concílio, segundo Jacques Maritain, ele tinha evoluído de tal maneira que ele escreve no livro La Paysan de la Garonne (1966):

"O modernismo do tempo de Pio X comparado à febre neomodernista moderna, é um simples resfriado". Le Pavsan de la Garonne (1966) - Jacques Maritain

Não é somente Maritain, quem atesta a febre modernista no período do Concílio. O própio Cardeal Ratzinger dirá no livro "O caminho Pascal":

"A Teologia moderna está muitas vezes procurando uma certeza científica no sentido das ciências (naturais, empíricas); e, procedendo deste ponto de partida, é forçada a reduzir o ambiente bíblico às dimensões desta demonstrabilidade. Penso que este erro ao nível da certeza reside no âmago da crise modernista que reapareceu depois do Concílio" (Joseph Cardeal Ratzinger, O Caminho Pascal, Loyola, São Paulo,, p. 28).

Por essa e outras razões, fica completamente destituída de razão e sentido, o que o Pe Françoa escreveu em seu artigo sobre a Pascendi e sobre o Decreto Lamentabilli, como pode se ler (Nos destaques):

"O decreto e a encíclica, ao entrar em luta contra o modernismo, queriam dar resposta a uma situação pontual, que responde a uma determinada época histórica.Logicamente, esses documentos continuam válidos. No entanto, não seria razoavelmente válido julgar a nossa época da mesma maneira que se fez no principio do século XX e usar a linguagem do documento para atacar e combater o Concílio Vaticano II, a bispos que estão em perfeita comunhão com o Papa e com o seu Magistério." Tradição e "tradicionalistas" - Pe Françoa

São Pio X, não julgou a sua época, ele julgou uma doutrina, por isso dizer que "não seria razoavelmente válido julgar a nossa época da mesma maneira que se fez no principio do século XX", é algo destituído de sentido. Equivaleria a dizer que Jesus Cristo não poderá julgar todos os homens no dia do juízo final, pois ele não vive a nossa época e não seria razoávelmente válido julgar homens que estão sujeitos ao tempo por preceitos eternos. Lógicamente tanto o decreto quanto a encíclica cotinuam válidos e se tanto o Concílio, como Bispos, o Magistério e o Papa, não estão em comunhão com o decreto e pascendi, temos sim uma ruptura na tradição. Ainda mais quando se observa que a "linguagem" anterior ao concílio era um redondo e sonoro Não e após o Concílio ele tornou-se um redondo e sono Sim. O mesmo espírito que nos ensina a dizer Sim Sim e Não Não, diria Sim e depois Não?

O Pe Françoa e todos que professam os erros impugnados pela Pascendi, são modernistas. Há fé para os tradicionalistas, continua sendo a adesão da inteligência e da vontade a verdade revelada, e não a adesão da inteligência e da vontade a experiência que produz o sentimento religioso. A Teologia que conhecemos não é desatualizada e nem atualizada, ela é eterna, não é o tempo que lhe determina a veracidade. Não cremos com Galileu Galilei que "a verdade é filha de seu tempo." E muito menos observamos em toda a história da Igreja um Concílio Ecumênico que dividiu a Igreja em desatualizada e atualizada, a Igreja não caminha com o mundo!

Estes erros já foram denunciados pelo grande Pe Reginald Garrigou Lagrange, no artigo "Para onde vai a nova teologia?" Nele pode se ler que uma teologia que não usa a linguagem de nosso tempo, é uma teologia falsa, como sugere Pe Françoa em seu artigo. Para a nova teologia a matéria, é o Pai, o mundo é o Filho e a Evolução é o Espírito Santo. Por esta razão atualmente Igreja e mundo se confundem, por esta razão desejou-se abrir a Igreja ao mundo e por esta razão ela encontra-se nesta crise de identidade sem precedentes na sua própia história.

O modernismo, que é a fé na ciência humana, triunfa, como o poder das trevas teve a sua hora nos tempos de Nosso Senhor. Porém esse triunfo perdurará por pouco tempo...

domingo, 18 de maio de 2008

O Galicanismo e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil




Por Gederson Falcometa Zagnoli Pinheiro de Faria



O nome da nossa conferência episcopal é bastante interessante, ela é nacional e os Bispos são do Brasil. É interessante considerar que se ela é nacional, os Bispos não poderiam ser, por exemplo, da Argentina só poderiam estar no Brasil. No entanto os Bispos são do Brasil, mas como pode ser isto, se o Brasil não é Igreja?


As Conferências Episcopais, lembram o Galicanismo de Luís XIV. Tratando a questão a um nível de Brasil, a declaração do Clero Galicano, lembra em muito as práticas da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil. A semelhança essencial reside no fato de se trabalhar por uma Igreja particular e independente que é propriedade do Estado a que pertence ou do povo. Digamos que uma Igreja cismática na essência e que aparenta fidelidade em sua forma (como a foto do artigo).


O Bispo Bossuet, cabeça do Galicanismo, muito provávelmente estava entre aqueles que não se consideravam Bispos da Igreja. Tinha se tornado Bispos da França e admirava no lugar do Papa, Luís XIV. Acreditava na Igreja Particular e Independente, na Igreja da França, não na Igreja de Jesus Cristo. Óbviamente era partidário da monárquia absolutista, contra todas as orientações da Santa Sé. Vejam a concepção de poder real de Bossuet:


"Todo poder reside inteiramente na pessoa do rei, não podendo existir outra autoridade além da sua. Poder tão grande não emana dos homens, mas sim de Deus, que estabeleceu os reis para governar o mundo em seu nome, os quais a mais ninguém senão a Ele devem prestar contas dos seus atos. os súditos devem ao rei obediência e respeito, toda desobediência é grave falta cometida contra ele."


A situação daqueles tempos na França é bem semelhante a do Brasil e de outros países católicos em nosso tempo. Aqui nosso Bossuet, foi o Bispo Vermelho (Comunista) de Paulo VI, Dom Hélder Câmara. A diferença dele para Bossuet, era apenas política, enquanto um colocou toda autoridade no Rei o outro colocou toda autoridade no povo.


Dom Hélder, era marxista este talvez seja um dos motivos pelos quais a CNBB prega o comunismo. Normalmente a criatura é reflexo do criador, quem poderia esperar catolicismo da CNBB, se ela foi criada por um comunista? É por esta razão que o episcopado "made in brazil", coloca o povo no lugar de Jesus Cristo, a política no lugar do Pai e a sociedade no lugar do Espírito Santo. Arrependimento, conversão e graça, deram lugar nesta entidade, aos ideais revolucionários de liberdade, igualdade e fraternidade. Vestem-se como Bispos, mas não agem como Bispos. Para fazer esta constatação basta-se visitar o site da CNBB. Não existem artigos católicos, só existe uma preocupação superficial com a religião. O essencial para esta entidade é o povo, a política e a economia, é uma autêntica Sinagoga de Satanás.

Dom Marcel Lefebvre referindo-se ao homem moderno e liberal, o chama de individuo-rei. Aplicando-se as teses de Bossuet aos individuos-reis, evidentemente todo poder emanará do povo e teremos exatamente a CNBB. O inclusivismo desta entidade laica e profana, não pode permitir que DEUS ofereça dons a uns e a outros não. Deste modo, a Igreja para eles é a humanidade e como o Brasil é uma parcela da mesma justifica-se considerarem o Brasil como Igreja.

As teses galicanas de um certo modo parecem mais atuais do que nunca, elas evoluíram. Tornaram-se excelentes instrumentos para se compreender a atual situação da Igreja. Para terminar, analisemos cada uma delas:

1) O Papa recebeu de Deus um poder meramente espiritual. os reis, em questões temporais, não estão sujeitos, nem direta nem indiretamente, a alguma autoridade eclesiástica; por isto não podem ser depostos em nome do poder das chaves, nem os seus súditos desligados do juramento de fidelidade.

Troque-se os reis pelo individuo-rei e o juramento de fidelidade pela liberdade e teremos o cristão moderno. Cabe ainda lembrar que se os reis não estão sujeitos a autoridade eclesiástica, eles se fazem a própia autoridade eclesiástica, como se comprova pelo própio galicanismo. A mutação moderna deste ato, seria o cristianismo anônimo de Karl Rahner. Onde cada um se julga um Henrique VIII ou um Luís XIV.

2) Os decretos do Concílio de Constança que estabeleceram a supremacia do Concílio sobre o Papa, tem vigor de lei perene.

Ninguém ignora que esta tese triunfou no Concílio Vaticano II e a prova disso é bem simples; estamos a exatos 42 anos sem anátemas, condenações e com apenas seis excomunhões expressivas, as de Dom Lefebvre e Dom Mayer juntamente aos 4 Bispos por eles sagrados.


Entende-se pela postura de um Magistério que não anatematiza, não condena e não excomunga a ausência de heresias (O que sabemos não ser verdade) ou então que teve a sua orientação funcional modificada. Neste caso, a sé primacial foi julgada (que não pode ser julgada por ninguém, segundo a tradição) e sua orientação funcional foi alterada pela instância conciliar que lhe imprimiu uma nova orientação. O que se tem senão o conciliarismo?

3) O exercício da autoridade papal e regrado pelos cânones da Igreja Universal, pelos princípios e os usos que, desde época remota, se observam na Igreja Galicana.

O exercício da autoridade papal atualmente é regrado pelas conferências episcopais e seus presidentes. Aqui no Brasil, Dom Aloisio Lorscheider, chegou a ameaçar a Santa Sé com um cisma caso não parasse de criticar negativamente a atuação da CNBB. Neste ponto, pode se falar em conferencialismo que seria a supremacia de uma conferência episcopal sobre o Papa.

4) Em decisões de fé o Papa tem voz preponderante, mas só irreformável após obter o consentimento da lgreja inteira.

Não foi isso que ocorreu com São Pio X e toda orientação anti-modernista pré-conciliar?