Mostrando postagens com marcador Marxismo. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Marxismo. Mostrar todas as postagens

sábado, 16 de agosto de 2008

Liberalismo e comunismo – rebentos da mesma raiz (I)

Carlos Nougué

O liberalismo e o comunismo brotam de um mesmo non serviam, de uma mesma revolta contra Deus, e ambos carecem de uma correta compreensão do que é o homem, seus produtos e seus fins. Mostremo-lo ao longo da série de breves artigos que começa aqui.
I) O homem
O homem, em meio embora à grande complexidade de tendências a que está submetido, mantém una inequívoca e rigorosa unidade hierárquica.Antes de tudo, tem ele um corpo, e dão-se nesse corpo operações físico-químicas que ele tem em comum com todos os outros entes visíveis, animados como inanimados. Mas também há no homem:
1) operações, como as de assimilação e crescimento, de caráter vegetativo, as quais ele tem em comum com as plantas;
2) operações, como o ver, o ouvir etc., de caráter sensitivo ou sensível, as quais, de certa forma, ele tem em comum com os animais;
3) e, por fim, as operações que lhe são próprias e distintivas no mundo visível, o inteligir e o querer, as quais, porém, mutatis mutandis, ele tem em comum com as substâncias espirituais a que chamamos anjos (e com Deus mesmo).
É o homem, portanto, um microcosmo, um epítome da criação, e por isso, pelo fato de que in homine quodam modo sunt omina (“no homem, de certo modo, se encontram todas as coisas”), dizia Santo Tomás de Aquino que merece ele nossa especial atenção (Suma Teológica, I, q. 96, a. 2, corpus)
E, apesar da complexidade de suas tendências e operações naturais, é o homem uma perfeita unidade (ao contrário do que sempre disseram, por um lado, as correntes de pensamento ultra-espiritualistas, como o platonismo, os diversos neoplatonismos e o cartesianismo, e, por outro lado, as correntes materialistas, como o marxismo e o darwinismo).
1) Ele é uno com unidade de natureza, ainda que sua natureza seja composta de dois princípios aparentemente tão incompatíveis, o corpo e a alma.
2) Ele também é uno com unidade de “pessoa”, porque todos os seus atos se atribuem a um mesmo “eu”, que se mantém idêntico a si mesmo ao longo das múltiplas mudanças e alterações da vida.
3) E ele é uno com unidade de orientação e de fim, porque tudo o que faz se destina a uma única e suma meta, a verdade e o bem plenos (e não aceitar isso é incorrer, ipso facto, de alguma maneira, no desespero niilista, que é propriamente o suicídio da vida espiritual).
Mas essa tão complexa unidade da criatura espiritual que é o homem (espiritual porque sua natureza dupla tem por princípio constitutivo e formal [ou atual] a alma espiritual) se torna ainda mais complexa porque o homem, conquanto se destine à verdade e ao bem plenos, vem ao mundo — como dizia o Padre Julio Meinvielle em De Lamennais a Maritain — em estado de “maior indigência. Ele é feito, sim, para toda a Verdade e Bem e a eles tende com toda a força de seu ser, mas vem ao mundo em total privação de toda Verdade e de todo Bem. Numa árdua e progressiva conquista, deve primeiro adquirir perfeições puramente materiais, para por meio delas alcançar as de sua vida afetiva e sensitiva, e depois, através destas, também as da vida intelectiva, e por fim culminar [...] na plena contemplação da Verdade”.
II) O homem e a pólis
Ora, é precisamente por tal indigência, por nascer como uma tabula rasa, que o homem é um “animal político”: ele depende não só da família, mas, a princípio, da pólis, da cidade, da sociedade, da civilização (chame-se como se queira), para viver e para atingir seus fins. Portanto, justamente pelo fato de ser composta de entes que, por um lado, nascem tão indigentes, tão absolutamente carentes de toda e qualquer perfeição, mas, por outro, anseiam a plena felicidade que é a posse da verdade e do bem supremos, é que a pólis ou civilização deve não só reunir em si toda a complexa variedade de bens naturais apetecidos pelo homem, ordenados naquela mesma unidade hierárquica segundo a qual ele os apetece, mas também propiciar condições para a consecução de seus bens e fins “transpolíticos”, como propriamente os chama Jorge Martínez Barrera em A Política em Aristóteles e Santo Tomás.
Daí a importância de assinalar não só quais são esses bens e condições, mas também a medida ou proporção em que devem e podem ser fornecidos pela pólis.
Em tempo: Para fazermos alguma ligação entre o tema da série de artigos que começa aqui e o da série de artigos sobre a arte que venho postando no blog, saiba-se que com a revolução francesa, a parteira de todas as formas de liberalismo, se desata uma arte em que o mundo do infernal se torna como que imanente ao próprio homem. Ele próprio passa a ser demoníaco, e não só na aparência; ele e todo o seu mundo estão entregues às forças diabólicas. Exemplos? Eis dois, concomitantes à mesma revolução: a obra do pintor, escultor e gravurista inglês John Flaxman (amigo do poeta e, também, ilustrador William Blake, que escreveu o terrível "Matrimônio do Céu e do Inferno" e era seguidor do não menos daninho Emmanuel Swedenborg) e a fase “escura” da pintura do espanhol Goya, em que o satanismo é explícito. Retenha-se, porém, que o que antes fora esporádico (com, por exemplo, Hieronymus Bosch ou o Paraíso Perdido de Milton), a partir de agora será uma das tônicas. Voltaremos ao assunto.

domingo, 29 de junho de 2008

Pelos Pobres contra a estreiteza da porta

Genésio Boff é um daqueles que entraram pela porta larga e trilha o caminho espaçoso que conduz à perdição. É o que se constata ao ler o artigo que escreveu recentemente "Pelos pobres contra a estreiteza do método" em resposta a seu irmão, Clodovis Boff. Nosso Senhor Jesus Cristo ensinou que o meio (método) que nos conduz a salvação é estreito. Para ilustrar este ensinamento ele usou a analogia em relação a porta, como se nos Evangelhos:

"Entrai pela porta estreita, porque larga é a porta e espaçoso o caminho que conduzem à perdição e numerosos são os que por aí entram. Estreita, porém, é a porta e apertado o caminho da vida e raros são os que o encontram." Mt 7, 13-14

Considerando-se as palavras de Nosso Senhor, o artigo de Genésio, refuta o própio Genésio sem muito trabalho para Clodovis. Porque a prevalecência dos pobres sobre o método (porta) demonstra justamente o desvio essencial da teologia da libertação, que é o culto aos pobres ou ao povo (pobrelatria e povolatria) e a ditadura dos pobres ou do povo (pobremonismo ou povomonismo) ocupando assim o lugar de Cristo. Deste modo, para a Teologia da Libertação, a Igreja é uma Hydra, encabeçada pelos pobres.

A razão da adesão a porta larga e o abandono da porta estreita, é bem expressa por Genésio no pensamento de Barth:

"Pelo fato de que Deus se fez homem, o homem se tornou a medida de todas as coisas".

Partindo-se da premissa da igualdade revolucionária, isto quer dizer que pelo fato de Cristo ter se feito homem, o homem se fez Cristo. É bastante óbvio e elementar que considerando-se assim, toda e qualquer palavra humana, torna-se "Evangelho." Genésio eleva o nível da revolução ao Sagrado, o que ele faz é apenas pregar a igualdade entre Cristo e o homem, sendo que o homem se torna Filho de DEUS pela crença em Cristo e não simplesmente porque o verbo se faz carne. O que ele deseja é que se adore o que seria a "Santíssima humanidade", onde todos os seres humanos estariam em condições de igualdade com o Pai, o Filho e o Espírito Santo.

Uma teologia que tem em seus teólogos a medida de todas as coisas, é uma teologia onde a verdade é produto da consciência humana, não fruto de uma revelação. Portanto não é uma teologia do Espírito Santo, mas sim uma teologia do anticristo, uma teologia do mundo, da matéria e da evolução. Trata-se de uma teologia onde a igualdade, a liberdade e a fraternidade são absolutas e a verdade relativa ao homem. Não se trata de uma teologia de salvação, mas de uma teologia de perdição. Partindo-se da premissa Barth, todos estão salvos, por que então necessitarão de salvação?

Ora, se a salvação esta na encarnação e não na crucificação e ressurreição, não existe a necessidade da crença, do batismo e da evangelização. Os Apóstolos pregaram Cristo crucificado, os Tdls o Encarnado ou apenas o Ressucistado, nunca o crucificado. Nesta óptica, a cruz torna-se escandâlo e loucura, não mais para judeus e gentios, mas sim para aqueles que ainda se dizem Cristãos, mas na verdade são pagãos, como disse a bastante tempo um jovem que se chamava Ratzinger. Deste modo, anula-se o sacríficio perfeito e eficaz colocando-se a salvação no inicío da vida humana de Nosso Senhor e não naquilo que ele é e representa, toma-se uma parte para construir-se um novo todo. E o cristianismo por se amoldar a medida de todas as coisas partindo-se do juízo de cada um, torna-se a grande meretriz babilônia. Há consequência disto é o pluralismo católico, que se dá em sínteses, como algumas que podemos contemplar:

Catolicismo e Iluminismo = Concílio Vaticano II
Catolicismo e marxismo = Teologia da Libertação
Catolicismo e protestantismo = Renovação Carismática Católica
Catolicismo e Maçonaria = Cavaleiros de Colombo

O fim da pregação da TL é a prostituição cultual, intelectual e religiosa. Nela não existe fidelidade nenhuma a Jesus Cristo, mas sim ao homem, pois quando se considera que ele é a medida de todas as coisas, ele se torna hoje o que Cristo foi na Idade Média. Para Genésio, nós somos Cristomonistas, mas para nós Genésio é humanomonista, um pregador da ditadura do humanismo, que é a ditadura do nihilismo. Em termos de salvação, Genésio não tem nada a oferecer, por isso não respondeu Joelmir Betting, quando este lhe questionou sobre o papel da Igreja ser o de reformar o homem.

Cristo avisou nos que viriam falsos profetas, em nosso tempo, eles acreditam que a evolução é o Espírito Santo. Se a evolução diz tudo, gostaria que alguém me provasse que Genésio não esta evoluindo, por exemplo, para um Marcião. Para eles isto não é o suficiente, por isso ele diz no artigo:

"O pressuposto é que a graça e o Ressuscitado estão em ação no mundo e seria blasfemar o Espírito Santo admitir que os modernos só pensaram erros e equívocos."

Blasfêmia contra o Espírito Santo, é chamar nosso Senhor de mentiroso, isto deduz-se das própias palavras do Senhor:

"É o Espírito da Verdade, que o mundo não pode receber, porque não o vê nem o conhece, mas vós o conhecereis, porque permanecerá convosco e estará em vós." Jo 14, 7

Ora, se o pressuposto é que a graça e o Senhor estão em ação no mundo (Não na Igreja), isto quer dizer que o mundo o vê e que o conhece. Deduz-se pela afirmação de Genésio e pelas suas palavras não só neste artigo, que para ele o Espírito Santo é a Evolução, como o Pai é o mundo e o Filho é a matéria. Talvez seja por esta razão que ele tenha três árvores com os nomes da Santíssima Trindade. Sabemos pela afirmação de Nosso Senhor, que isto não é verdade, então em quem acreditam os Tdls, em Cristo ou em Genésio?

Enfim, a Teologia da Libertação, é a teologia do roubo, da mentira e da destruição, um reflexo espiritual do que representou materialmente o marxismo nas nações onde foi adotado e ainda é adotado. Há Igreja não é dos pobres, a Igreja é de Cristo e sua opção preferencial não é por classes econômicas, pois ela não adora Mamom, mas Jesus Cristo. A opção preferencial da Igreja Católica, sempre foi e será pela classe espiritual dos pecadores, porque são classes enfermas e necessitam de médico, as classes sãs não. Nosso Senhor Jesus Cristo, nos livre dos falsos profetas e nos guarde de todo mal.

domingo, 8 de junho de 2008

No folheto "o Domingo"; Karl Marxs e na Missão da Igreja: Indigenar o Brasil

Por Gederson Falcometa Zagnoli Pinheiro de Faria

A CNBB deveria repensar a sua postura. Não faz sentido pedir ética na política, enquanto seus membros falseiam o Evangelho de Jesus Cristo e suas própias vocações.


No Brasil, os Bispos são tão bons que utilizam os dizímos de fiéis católicos para a destruição da fé, destes mesmos fiéis. Nas própias Missas dominicais temos recebido a "palavra" marxista através de textos do Pe Benedito Ferraro, como pode se ler :





Os dizímos aqui tem se destinado a promoção do marxismo em nosso país e não propiamente a difusão e a defesa da doutrina católica. A CNBB não conta isto para nós católicos que pensamos estar contribuindo para a Evangelização. Será que os Bispos estão cegos ou se tornaram marionetes do povo e da imprensa? Será que eles ainda tem pelo menos a fé do tamanho de um grão de mostarda?


Vide a obra missionária da CNBB, no Portal Missionário da Igreja Católica ou o site do CIMI (Conselho indigenista missionário) . Ambos tem em seu conteúdo implicíta e explicítamente, o marxismo. O Cimi, por exemplo, não quer Evangelizar os Índios, mas indigenar o Brasil, como pode se ler no objeto da atuação do CIMI:


"O objetivo da atuação do Cimi foi assim definido pela Assembléia Nacional de 1995: “Impulsionados(as) por nossa fé no Evangelho da vida, justiça e solidariedade e frente às agressões do modelo neoliberal, decidimos intensificar a presença e apoio junto às comunidades, povos e organizações indígenas e intervir na sociedade brasileira como aliados (as) dos povos indígenas, fortalecendo o processo de autonomia desses povos na construção de um projeto alternativos, pluriétnico, popular e democrático.” http://www.cimi.org.br/?system=news&action=read&id=247&eid=224


O Evangelho da vida da justiça e da solidariedade, seria o Evangelho da Revolução Francesa? O Evangelho da Revolução Russa? Ou o Evangelho de Karl Marx?


Há revolução é clara no objetivo de atuação dos Missionários que não pregam e não citam Cristo e nem seu Evangelho. O pior é que eles acreditam no que dizem e querem indigenar o Brasil:


"E para esta nova sociedade, forjada na própria luta, o Cimi acredita que os povos indígenas são fontes de inspiração para a revisão dos sentidos, da história, das orientações e práticas sociais, políticas e econômicas construídas até hoje."http://www.cimi.org.br/?system=news&action=read&id=247&eid=224


É bastante provável que a Missão deles seja aprender o Evangelho dos Índios para a Evangelizar a nós que somos cruéis e bárbaros. Talvez carreguemos a mesma culpa que JJ Rousseau atribuiu aos mortos do grande terremoto de Lisboa em 1755, moramos em casas.

Uma coisa é certa, os Missionários do CIMI, não querem transformar os Índios em Cristãos, eles querem transformar os Cristãos em Índios. Querem transformar o Brasil na grande nação cara-pálida. Simplesmente condenam o Padre Anchieta...


Já no PMIC, existem textos de Frei Betto e Leonardo Boff. E a mesma diarréia cerebral do CIMI. O que adiantou o silêncio obsequioso imposto a Leonardo Boff, se a CNBB crê, estremece, mas não obedece?


É um mistério, o mistério da iniquidade que sobre densas trevas se esconde. Se dissipado pela luz não poderá ser entendindo ou compreendido. Para compreender e entender este mistério, é necessária a experiência, cair em tentação. E pelo que parece não são poucos que querem transformar a pedra em pão, se atirarem do alto do tempo em direção ao povo e se ajoelharem diante do Príncipe deste mundo. Que DEUS nos livres desta tentação insana e bestial.


Se DEUS não existe, tudo é permitido, dizia Dostoiévisk. Aos órgãos filiados a CNBB, tudo é permitido, eles não possuem ordenação episcopal. Cada classe que compõe a Igreja do Brasil é auto-suficiente e independente em relação ao Episcopado. Todas tem seus própios encontros onde formulam as suas diretrizes, elas são iguais, mudam se apenas as vestes. Não existe uma relação de corporativismo, a Igreja do Brasil não lembra nem de longe o CORPO DE CRISTO, mais sim um mineral. Hoje cada classe da Igreja do Brasil é uma pedra de tropeço para os pequeninos que acreditam na Igreja e em Cristo.


Depois quando as sujeiras são descobertas, como no caso do DVD da CF 2008, a CNBB da uma de Lula e diz que não sabe de nada. Parece que esta tática é comum entre os comunistas. Dificíl é saber se a CNBB aprendeu com o Lula ou o Lula aprendeu com a ela. A segunda hipótese é a mais provável, pois tivemos o governo mais corrupto de toda história do Brasil e a CNBB não disse nada em relação ao PT que é filho da diabólica Teologia da Libertação, que por sua vez é a menina dos olhos desta instituição. De fato quem cala consente e pelos frutos se conhece a árvore. Do jeito que as coisas andam a CNBB deveria substituir as leituras biblícas dominicais pela leitura do "Manifesto Comunista." Para a CNBB, existem meios para se atingir fins e fins para se esconder os meios.


A desobediência da CNBB é tão nítida que ela em toda a sua existência vem tentando transformar a pedra em pão. Promovendo a reforma da sociedade, parece que ela se esqueceu que esta é composta de homens e que sua responsabilidade primordial é a reforma do homem. Deveria produzir novas criaturas em Cristo, mas produz novos revolucionários em Marx.


Quem crer e for batizado será salvo, quem porém não crer será condenado, disse JESUS CRISTO, mas vejam o que diz Dom Beni que de Bispo tem apenas o báculo e o anel:


"Cristo revela, antes de tudo, a dignidade sagrada do ser humano. Ele possui uma vocação divina (15). Encontra-se numa relação única com Deus. É seu filho não só no sentido de que Deus é criador de tudo o que existe. O ser humano é filho no Filho de Deus que se encarnou. Com seu mistério pascal, Jesus demonstrou ainda que a nossa condição definitiva não é morte. É a ressurreição.Ao entrar numa comunidade humana, o Filho de Deus tornou-se solidário a nós. Santificou as relações humanas. Usou as categorias humanas para nos falar do amor do Pai, para anunciar o seu projeto de justiça, de fraternidade e de paz (16)." A Evangelização e o serviço ao mundo - Dom Benedito Beni dos Santos


O título do texto já é apostáta, o conteúdo não seria diferente. Segundo ele Jesus revela a dignidade sagrada do ser humano que é a de ser filho de DEUS, independente da Religião e da Crença. Segundo o Evangelho, seremos chamados filhos de DEUS se nele crermos. Em quem devemos acreditar? Em Jesus ou em Dom Beni?


A Igreja como instituição inspirada pelo Espírito Santo, tem a Missão de convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo (Como Paulo plantava e Apolo regava). A CNBB, tem por missão convencer o homem da dignidade de sua pessoa humana, a defesa da vida e a santidade do povo. Para isto prega a igualdade, a fraternidade e a liberdade, ou seja, a Revolução Francesa. Para a Conferência Episcopal dos Bispos do Brasil, o Brasil é Igreja. Tal consideração é fruto da Nova Teologia, onde o mundo é colocado no lugar do Pai, a matério no lugar do Filho (logus) e a Evolução no lugar do Espírito Santo. Esta é a trindade da CNBB, o mundo, a matéria e a evolução.A consequência desta postura, é que não existe mais pecado, não existe mais justiça e não haverá mais juízo, ou seja, a CNBB não atende ao chamado do Espírito Santo e não prega o Evangelho de Jesus Cristo.


As nossas almas não interessam a CNBB. Suspeito que os Bispos do Brasil não acreditem mais no inferno. A grande maioria pensa que o povo é santo e que todos estão salvos. Apesar dos pecados do povo testemunharem contra as duas coisas. Mas,o que lhe interessa é a subserviência ao Estado Brasileiro. De fato os Bispos não são da Igreja, eles são do Brasil; Conferência episcopal dos Bispos DO Brasil


Não quero um dia olhar nosso Senhor nos olhos e dizer que me calei diante dos crimes cometidos por esta entidade em nome de uma Evangelização que não é cristã, mas revolucionária. Os católicos precisam saber que estão pagando pela destruição da própia fé aos que deveriam defendê-la e divulgá-la, como sempre foi feito.


Nosso Senhor tenha piedade de nossas almas, oriente e santifique os nossos Bispos. Para que se ocupem e preocupem com a nossa salvação. Porque o que se vê na CNBB, é uma preocupação com a salvação do bolso dos brasileiros ao custo da extinção da fé católica.

sexta-feira, 9 de maio de 2008

Profetas sem profecia

Por Gederson Falcometa Zagnoli Pinheiro de Faria

A atividade profética no Antigos Testamento, consistiu na pregação da vinda de Nosso Senhor Jesus Cristo, na denúncia dos pecados do “povo de DEUS” e na anunciação dos respectivos castigos.

Atualmente a famigerada Teologia da Libertação (apoiada pela CNBB), pretende fazer um “aggiornamento” no Dom de Profecia, o que lhe faz deixar de ser um Dom. No Brasil, a atividade profética parte da premissa de que nosso povo é Santo e são as entidades políticas e religiosas as pecadoras, os instrumentos de opressão. Ainda não descobriram que tais entidades são compostas por homens, quando descobrirem pensaram em ofertar-lhes a salvação como manda o santo Evangelho.

É claro que salvando o homem, salvam-se as instituições nas quais ele trabalha. Só que a Teologia da Libertação quer "libertar" o homem do Estado, ela sequer considera a utilidade do Estado para o bem comum. O mesmo se aplica a Igreja, não se trata de uma teologia de salvação, mas de uma teologia de destruição.

Nosso Senhor disse que o diabo veio para matar, roubar e destruir. O marxismo por onde passou deixou marcas de sua tríade maligna, em sua versão teológica, não seria diferente. O que querem é apenas a experiência de uma sociedade sem instituições estatais, empresariais e eclesiásticas.

A Teologia da Libertação ao adotar o marxismo, acredita que é a prática quem faz a teoria. Tendo esta postura, todos os conceitos que esta teologia tem, são humanos e contigentes, não são divinos e absolutos. Para os teologistas da libertação, não é DEUS quem determina o que é o profeta e muito menos quem ele é. O que determina o profeta e quem ele é, é a prática humana, DEUS é excluído, e a sua palavra sequer é considerada. O que fazem estes profetas sem profecias, é aplicar o conceito do Pe Henri Bouillard; "Quando o espírito evolui, uma verdade imutável não se mantém senão graças a uma evolução simultânea e correlativa de todas as noções, mantendo entre elas uma mesma relação. Uma teologia que não fosse atual seria uma teologia falsa." Conversion et gráce chez Saint Thomas d'Aquin

O Theos para estes teólogos é o mundo e o logos é a matéria. Desta maneira, uma teologia que não acompanha a evolução (O Espírito Santo da Nova Teologia), é uma teologia falsa. Então até o dia de hoje o cristianismo nunca possuiu e possuíra uma teologia verdadeira. Exatamente porque a prática não pode fazer a teoria e ao mesmo tempo proceder de DEUS. Se a teoria faz a prática, DEUS falou, se a prática faz a teoria, DEUS nunca falou a humanidade, ele simplesmente não existe.

É notório em alguns relatos do AT que os verdadeiros profetas foram desacreditados pelos falsos profetas. Isto porque os primeiros estavam em comunhão com DEUS e os segundos com seu tempo. Além disso, cabe dizer que o tempo das profecias cessou com São João Batista, como diz nosso Senhor: “Porque os profetas e a lei tiveram a palavra até João.” Mt 11, 13

Ora, se os profetas e a lei tiveram a palavra até João, por que esforçam-se os Teologistas da Libertação em formar novos profetas sem a participação de DEUS?

O motivo é bem simples, eles não consideram Jesus como DEUS e assim não podem considerar a graça e muito menos que há uma palavra de DEUS. Agem como os Pelagianos, que acreditavam que o homem não necessita da graça enquanto não pecarem. Necessitam da graça somente se vierem a pecar. Deste modo, eles acreditam que o homem possuí o primeiro estado de Adão e Eva. Assim passamos a entender porque eles consideram que o povo brasileiro é santo.

Também não consideram a lei como elemento de justificação do homem. Para eles o homem é justificado pura e simplesmente por ser, humano, é como diz o ditado; “Errar é humano.” O fato do homem ser, humano, justifica todo e qualquer erro. Assim o erro tornou-se a medida da piedade e da misericórdia, além de ter se tornado a medida da perfeição humana.

É impiedoso, demasiadamente impiedoso, colocar o fim da profecia na denúncia de injustiças sociais e desviá-la da denúncia dos pecados. Equivale a rejeitar o Espírito Santo, que de um certo modo, utiliza nos para convencer o homem do pecado, da justiça e do juízo. Isto também tem uma explicação; não acreditando os Teologistas da Libertação na propriedade privada, eles não podem acreditar que o Dom é de propriedade de DEUS e que ele o confere a quem bem entende. O mesmo aplica-se a verdade, como dizia Dostoievisk; Se DEUS não existe, tudo é permitido. Isto por um motivo bem simples; Sem DEUS não existe propriedade privada, nem mesmo o Dom da Profecia tem dono.

Há apropriação indevida do Dom de Profecia, provoca a multiplicação dos falsos profetas. Aqueles dos quais o Senhor nos advertiu dizendo: “Guardai-vos dos falsos profetas. Eles vêm a vós disfarçados de ovelhas, mas por dentro são lobos arrebatadores.” Mt 7,15

No entanto, estas palavras, como todas palavras do Senhor, para um Teologista da Libertação são teorias que devem ser desconsideradas ou transformadas pela prática. Então temos aqui novamente o ensinamento do Pe. Henri Bouillard. Seguir tal teologia, significa sempre aprender e nunca chegar ao conhecimento da verdade (II Tm 3,7).

Sempre praticando, mas nunca chegando a teoria, rejeitam a DEUS e rejeitando-o, seus erros ficam evidentes aos que o aceitam. Porque como essa Teologia pode Libertar, se a libertação cristã vem pelo conhecimento da verdade? Jesus não “disse conhereis a prática de vosso tempo e de vossa sociedade e ela vos libertará”, mas sim; “Conhecereís a verdade e a verdade vos libertará” Jo 8, 32

Evidentemente também devo conhecer a verdade sobre a profecia para saber o que é um profeta e se de fato é um profeta. Eles porém pensam praticar a profecia, logo não sabem o que é a profecia e nem podem saber, porque ocupam-se apenas da prática e perseguem a teoria profética perfeita. Assim, são todos falsos profetas que não vem da parte de DEUS. É pela falsidade com que atuam, que fica cada vez mais claro e evidente as palavras do autêntico profeta: “E vereis de novo que há uma diferença entre justo e ímpio, entre quem serve a Deus e quem não o serve.” Ml 3,18